ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica) saiba mais sobre e como tratar.


A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença que normalmente inicia os sintomas a partir dos 50 anos, a doença causa uma degeneração de neurônios (1º motor superior e 2º motor inferior) na medula espinhal que controlam as atividades motoras, com a evolução da doença as células nervosas param de emitir comando aos músculos , com isso a musculatura começa a enfraquecer, perdendo assim a força para andar e movimentar partes do corpo , os sintomas mais graves acontecem quando a doença começa a afetar a musculatura responsável pela respiração, não controlando mais as funções pulmonares causando problemas respiratórios. Sintomas comuns também são a dificuldade de mastigação e deglutição.

Estudos apontam que diariamente 14 brasileiros são diagnosticados com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), a doença costuma apresentar sintomas entre 40 e 70 anos.
Alguns dos sintomas mais comuns são:
• Perda de peso;
• Engasgar-se com facilidade;
• Dificuldade na fala;
• Cãibras e contrações musculares;
• Dificuldade de respirar e engolir;
• Dificuldade motoras;
• Dificuldade em manter a postura.

Medicamentos já existentes para tratamento desta doença são: RadicavaTM (edaravone) , Ocrevus.

RadicavaTM (edaravone): é anotrópico e agente neuroprotector usado para ajudar a recuperação neurológica após isquemia cerebral aguda e subsequente enfarte cerebral. Atua como um poderoso antioxidante e fortemente limpa os radicais livres, protegendo contra o estresse oxidativo e neuronal apoptose, seu efeito terapêutico pode ser devido às suas propriedades antioxidantes conhecidas; O estresse oxidativo é parte do processo que mata neurônios em pacientes com ELA, agente neuro protetor usado para ajudar a recuperação neurológica após isquemia cerebral aguda e subsequente enfarte cerebral. Atua como um poderoso antioxidante e fortemente limpa os radicais livres, protegendo contra o estresse oxidativo e neuronal apoptose.

Ocrevus® (ocrelizumabe): O medicamento gera uma nova ligação ao CD20, um antígeno da superfície celular presente em linfócitos pré-B e linfócitos B maduros. Após a ligação da superfície celular aos linfócitos B, ocrelizumabe causa citólise celular dependente de anticorpo e lise mediada por complemento.“Eu acho que este é um grande avanço”, disse o Dr. Stephen Hauser, o presidente do departamento de neurologia da Universidade da Califórnia, em San Francisco, e líder do Comitê Diretivo que supervisionou os ensaios clínicos de última fase da droga, Ocrelizumab. “A magnitude dos benefícios que vimos com Ocrelizumab em todas as formas de esclerose múltipla são realmente muito impressionantes. ”
No BRASIL os pacientes podem ter acesso a este medicamento através da importação por pessoa física, mediante a apresentação da prescrição médica e alguns documentos pessoais.

 

A Primedicin pode assessorar a importação do medicamento RadicavaTM (edaravone), Ocrevus® (ocrelizumabe), consulte-nos.

 

ADVERTÊNCIA: Radicava e Ocrevus, SÃO MEDICAMENTOS. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA”

 

 

Fontes:
http://www.hospitalanchieta.com.br/correio-braziliense-colar-robotico-ajuda-pacientes-com-esclerose-lateral-amiotrofica-ela/
https://saude.abril.com.br/medicina/esclerose-lateral-amiotrofica-a-doenca-do-fisico-stephen-hawking/
https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/esclerose-lateral-amiotrofica-ela/
http://procuradaela.org.br/pro/a-ela/quem-desenvolve-ela/
http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/ela-esclerose-lateral-amiotrofica
https://pebmed.com.br/fda-aprova-medicamento-para-tratar-esclerose-lateral-amiotrofica-ela/
http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=7794692018&pIdAnexo=10717614
http://abem.org.br/fda-aprova/

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