BRUXELAS, 03 JUL (ANSA) – A Comissão Europeia autorizou nesta sexta-feira (3), em tempo recorde, o uso do remédio remdesivir para tratamento de infectados pelo coronavírus Sars-CoV-2. O aval chega apenas uma semana após a recomendação da Agência Europeia de Medicamentos (EMA), encurtando um processo que costuma durar mais de dois meses. “A autorização para o primeiro remédio para tratar da Covid-19 é um passo importante na luta contra o vírus”, disse a comissária de Saúde do poder Executivo da União Europeia, Stella Kyriakides. Pelo menos dois grandes estudos conduzidos nos Estados Unidos mostraram que o remdesivir – desenvolvido pela empresa farmacêutica Gilead...

Faz três meses desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a expansão da covid-19 pelo mundo havia se transformado em uma pandemia. Era 11 de março e, desde então, um número significativo de estudos foi lançado sobre possíveis tratamentos para a doença. De fato, já houve algum progresso na busca por medicamentos eficazes. Laboratórios em diferentes partes do mundo estão investigando mais de 150 medicamentos diferentes. A maioria já existia nas prateleiras das farmácias e agora está sendo testada contra o vírus. A OMS lançou o estudo Solidarity, com o objetivo de avaliar os tratamentos mais promissores. Já o Reino Unido diz que...

A agência reguladora de saúde europeia recomendou a aprovação condicional do tratamento antiviral remdesivir da Gilead Sciences Inc para pacientes de Covid-19, o que faz dele o primeiro tratamento prestes a receber aval no continente. A EMA (Agência Europeia de Remédios) disse nesta quinta-feira (26) que seu comitê de medicamentos para humanos (CHMP) recomendou o uso do remdesivir em adultos e adolescentes a partir de 12 anos com pneumonia que precisem de oxigênio adicional. O preço do remédio na região é desconhecido. Nos Estados Unidos, pode chegar a 5.080 dólares por tratamento, e a fabricante de genéricos indiana venderá o tratamento por um valor entre...

Um estudo liderado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com medicamentos que são usados para tratar hepatite C mostrou eficácia contra o novo coronavírus, que causa a covid-19. A doença já infectou mais de 9,6 milhões de pessoas no mundo e matou quase 490 mil, segundo o painel global da universidade Johns Hopkins. No Brasil, os dados de ontem (25) do Ministério da Saúde contabilizam 1.228.114 casos e 54.971 óbitos. Em experimentos in vitro com três linhagens de células, incluindo células pulmonares humanas, o antiviral daclatasvir impediu a produção de partículas virais do novo coronavírus que causam a infecção. O medicamento foi de...

A Anvisa publicou nesta quarta-feira (24/6), em edição extra do Diário Oficial da União (D.O.U.), a autorização para realização de dois novos estudos clínicos para Covid-19. O primeiro refere-se a um estudo de Fase 3, randomizado, duplo-cego, multicêntrico, para avaliar a eficácia e a segurança do medicamento experimental remdesivir com tocilizumabe em comparação ao remdesivir com placebo em pacientes hospitalizados com pneumonia grave pela Covid-19. O pedido de autorização foi feito pela empresa PPD do Brasil Suporte a Pesquisa Clínica Ltda, que submeteu os dados e as informações sobre o medicamento experimental para avaliação da Agência. De acordo com o protocolo clínico do...

Fulcrum Therapeutics Inc disse hoje que iniciou um teste de estágio avançado de seu remédio experimental contra problemas musculares, losmapimod, com adultos hospitalizados com a covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. No ano passado, a empresa obteve um licenciamento de produção do losmapimod da GlaxoSmithKline Plc depois que o remédio não se mostrou mais eficiente do que um placebo em um grande teste clínico de 2015. A Fulcrum acredita que terá dados de alta qualidade no primeiro trimestre do ano fiscal de 2021. O teste de estágio avançado avaliará a proporção de pacientes que morrem ou sofrem parada respiratória no 28º dia depois...

Medicamento Genérico Os genéricos são medicamentos que contem o mesmo principio ativo, na mesma dose e forma farmacêutica. A diferença é que não possuem marca e devem custar, por lei, 35% menos que os de referência. Esses medicamentos também são aprovados nos testes de qualidade da Anvisa, em comparação ao medicamento de referência. Na embalagem do remédio genérico há uma tarja amarela, contendo a letra “G”, com os dizeres “Medicamento Genérico”. Como esse tipo de medicamento não tem marca, o consumidor tem acesso apenas à nomenclatura do princípio ativo. O preço do medicamento genérico é menor pois os fabricantes de medicamentos genéricos não necessitam realizar...

A Gilead Sciences, laboratório responsável pelo desenvolvimento do medicamento antiviral remdesivir anunciou nesta segunda-feira, 22, que passará a testar o fármaco em uma nova formulação inalável, na qual o uso ocorrerá por meio de um nebulizador — o que permite o uso do medicamento fora do hospital e em estágios iniciais da doença. O medicamento foi o primeiro a apresentar resultados positivos no tratamento de casos de Covid-19. Em uma carta aberta, o presidente da Gilead, Daniel O’Day, informou que após o sinal verde da FDA — órgão responsável pela liberação de medicamentos nos Estados Unidos — a empresa está pronta...

A farmacêutica indiana Cipla anunciou hoje o lançamento de uma versão genérica do remdesivir, medicamento da americana Gilead Sciences utilizado por pacientes com quadro grave de covid-19. O remdesivir recebeu uma autorização de uso emergencial do regulador americano (FDA), em maio. Também naquele mês, a Gilead Sciences estendeu uma licença voluntária não exclusiva à Cipla para fabricar e comercializar a versão genérica do remdesivir, sob o nome de Cipremi. A Cipla recebeu aprovação regulatória da autoridade da Índia para uso restrito de emergência como parte do processo de aprovação acelerada do medicamento. Como parte de um plano de gerenciamento de riscos, a Cipla...

O antiviral experimental remdesivir, primeiro tratamento promissor na luta contra o novo coronavírus, da farmacêutica americana Gilead Sciences, será atualizado e passará por uma nova bateria de testes. Em vez da versão intravenosa, dada atualmente aos pacientes, o novo remdesivir será absorvido pelo corpo humano por meio da inalação, o que pode acelerar o uso em pacientes da covid-19 que não estão internados em hospitais. Em uma carta aberta publicada nesta segunda-feira (22), o presidente da Gilead, Daniel O’Day, afirmou que a versão inalável do antiviral “permite uma administração mais fácil fora do hospital, em estados menos avançados da doença” e pode ser feita pela utilização...