TÓQUIO (Reuters) - A Daiichi Sankyo Co informou nesta segunda-feira que sua candidata a vacina para Covid-19 baseada em RNA mensageiro (mRNA) foi selecionada para inclusão em um programa de descoberta de medicamentos pela Agência Japonesa de Pesquisa e Desenvolvimento Médico. A vacina, conhecida como DS-5670, foi escolhida para a segunda rodada do programa dedicado à pesquisa sobre Covid-19. A Daiichi Sankyo pretende iniciar os estudos clínicos da vacina por volta de março de 2021, em colaboração com a Universidade de Tóquio.   Fonte: https://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/vacina-da-daiichi-sankyo-para-covid-19-%C3%A9-selecionada-por-programa-japon%C3%AAs-de-pesquisa/ar-BB18y6ic?ocid=msedgdhp...

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta quinta-feira (27) que seu país terá uma segunda vacina contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) já disponível no mês de setembro. “Haverá outra vacina pronta em setembro. O medicamento está sendo desenvolvido pelo famoso Instituto Vektor de Novossibirsk [Sibéria]”, disse o mandatário em entrevista à emissora “Rossiya 24”. Ao ser questionado se essa nova imunização competirá com a outra vacina desenvolvida no país, a Sputnik V, Putin afirmou que ambas “competirão entre si” e que tem certeza que essa “será tão eficaz quanto a primeira”. Assim como ocorreu com a Sputnik V, o presidente só informou...

Compostos de medicações que foram usadas durante a epidemia do sars em 2002 podem funcionar também contra a covid-19, segundo um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Médica Walter e Eliza Hall, na Austrália. Os compostos encontrados pelos cientistas conseguiram inibir o vírus da sars, outra variante do coronavírus, e evitar que o SARS-CoV-2 (da covid-19) crescesse em laboratório. Nenhum medicamento específico foi identificado como bloqueador dessa proteína. Os pesquisadores descobriram, ao analisar dados sobre medicamentos, que alguns compostos utilizados na epidemia do coronavírus de 2002 podem bloquear uma proteína chave dos coronavírus, chamada de PLpro — essencial para que o vírus se multiplique em células...

O laboratório do Reino Unido AstraZenec iniciou os testes clínicos de um remédio para prevenir e tratar a covid-19, segundo anunciou nesta terça-feira (25). A farmacêutica também está desenvolvendo uma vacina contra o novo coronavírus em parceria com a Universidade de Oxford. No Reino Unido, 48 voluntários saudáveis, com idades entre 18 e 55 anos, já receberam uma dose do medicamento. Os testes estão na fase 1 e buscam determinar se o remédio é seguro e como o corpo humano responde a ele. O medicamento combina dois tipos de anticorpos e poderia ser utilizado pelas pessoas expostas ao coronavírus e pelas já...

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo (23) que a FDA liberou o uso emergencial de plasma de convalescentes no tratamento de pacientes com Covid-19 no país. Embora anunciada com alarde pelo presidente, a liberação deve ampliar o alcance do tratamento, amplamente defendido por Trump, que já foi usado em cerca de 70 mil pessoas nos Estados Unidos. Ele consiste em transfusões de material retirado do sangue de pessoas que já se curaram da doença e têm anticorpos. Isso reduziria a mortalidade em cerca de 35%, segundo estudos iniciais, desde que a aplicação seja realizada precocemente. "Esta é uma terapia poderosa que transfunde...

Uma pesquisa publicada neste domingo (23) aponta que alguns remédios para hipertensão (pressão alta) podem ter um efeito benéfico em pacientes que já usam os medicamentos e são infectados pela Covid-19. Pessoas com pressão alta estão entre os grupos que correm mais risco de morrer se forem infectadas pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). Cientistas da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, concluíram que pacientes hipertensos que já usavam remédios que eram do tipo inibidor do sistema renina-angiotensina-aldosterona (RAAS), tiveram menos chances de ser internados na UTI, precisar de suporte de oxigênio (com ou sem ventilação mecânica) e de morrer. “Nossa pesquisa fornece evidências substanciais para recomendar o...

ROMA, 24 AGO (ANSA) – Começou nesta segunda-feira (24), em Roma, o primeiro ensaio clínico em humanos de uma vacina contra o coronavírus Sars-CoV-2 100% italiana. O estudo é conduzido pelo Instituto Lazzaro Spallanzani, hospital de Roma que é a maior referência em doenças infecciosas na Itália, e, nessa etapa inicial, avaliará a segurança da candidata Grad-CoV2. A vacina foi desenvolvida pela empresa de biotecnologia Reithera e utiliza um adenovírus de chimpanzés para apresentar ao organismo a proteína spike, que o Sars-CoV-2 usa para invadir as células humanas. “Estou emocionada e orgulhosa. Espero poder ser útil a nosso povo”, disse a primeira voluntária...

Cientistas russos responsáveis pelo desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19 afirmaram em entrevista coletiva realizada na manhã desta quinta-feira, 20, que já negociam com o Brasil e com alguns outros países a produção maciça do novo imunizante. A SputnikV, que obteve um registro provisório no início deste mês, começa a ser testada em massa já nos próximos dias e ofereceria imunidade contra o novo coronavírus por dois anos. "Estamos conversando com outros países, como Índia, Brasil, Coreia do Sul e Cuba", afirmou Alexander Gintsburg, diretor do Instituto Gamaleya de Pesquisa em Epidemiologia e Microbiologia, na Rússia, onde a vacina SputnikV foi desenvolvida. "Eles têm potencial para produzir a vacina, para servir de...

A vacina russa para a Covid-19 deverá dar imunidade à doença por no mínimo 2 anos, anunciou nesta quinta-feira (20) o Instituto Gamaleya, em Moscou, que desenvolveu a vacina, batizada de "Sputnik V". A vacina foi registrada na semana passada pelo governo russo, mas, até agora, não foram publicados estudos que mostrem os resultados dos testes da imunização. Por isso, ela é vista com desconfiança pela comunidade internacional. O Gamaleya também anunciou que a vacina deverá ser aplicada, a partir da semana que vem, em mais de 40 mil pessoas em 45 centros médicos na Rússia, como parte dos ensaios de fase 3. A vacinação...

Nos EUA, o Remdesivir já foi aprovado para uso em pacientes com coronavírus grave. Agora, pesquisadores federais vão comparar remdesivir e um placebo ao remdesivir e interferon beta. O medicamento é aprovado para tratar a esclerose múltipla, tem propriedades anti-inflamatórias e demonstrou interromper a replicação de vírus como o SARS. Os cientistas acreditam que uma combinação dos dois poderia reverter as tempestades de citocinas, que ocorrem quando o corpo ataca suas próprias células e tecidos. Um estudo federal analisando o remdesivir antiviral como tratamento para o novo coronavírus está entrando em uma nova fase. Em abril, o National Institutes of Health (NIH) divulgou os resultados de...